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sábado, 20 de outubro de 2012

Brasileiro paga até 70% de impostos em videogames importados, diz Sony

Ao comprar um console que não é fabricado no Brasil, o consumidor paga de 60% a 70% do valor em impostos, segundo Glauco Rozner, diretor-geral do PlayStation no país. No caso do PS3, por exemplo, do R$ 1,4 mil cobrado oficialmente por ele, quase R$ 1 mil equivale a tributos.

O executivo da Sony conversou hoje com o Olhar Digital sobre os planos em torno da fabricação nacional – ou não - de seus produtos. Nessa quinta-feira, 18, a empresa conseguiu junto à Superintendência da Zona Franca de Manaus a aprovação de um projeto que prevê investimentos de R$ 100 milhões no país.

O documento chegou a ser considerado por parte da mídia
como prova definitiva de que o PlayStation começaria a ser fabricado por aqui, o que poderia reduzir seu custo. A companhia confirmou o interesse, mas não divulgou previsões concretas. Segundo Rozner, a verba aprovada esta semana será utilizada em pesquisas que avaliem o cenário nacional e apoiem futuras decisões estratégias.

A expectativa sobre a nacionalização do PS ronda o mercado há anos e a Sony atribui a demora à burocracia e à alta carga tributária. “Sempre estudamos formas de redução. Queremos viabilizar, mas isso demanda situações”, diz Rozner.  

Mark Stanley, diretor-geral do PlayStation para a América Latina,  concorda com o executivo. Durante a Brasil Game Show, realizada na semana passada em São Paulo, Stanley fez duras críticas aos entraves tributários brasileiros, considerados “abusivos”. “Há um exército de advogados lutando por mais coisas na PS Store brasileira”, contou. “É um jogo que leva um tempo para acabar”.

Entre os grandes fabricantes, apenas a Microsoft transferiu para o Brasil a produção de seu console, o Xbox 360. A estratégia tem dado certo, pelo menos de acordo com um recente estudo conduzido pela consultoria GFK. O videogame foi avaliado com 65% de participação no mercado, domínio atrelado à queda do preço do aparelho, que passou de R$ 1,3 mil para R$ 800, redução de 40%.

Mais críticas

Sony não é a única a reclamar das dificuldades impostas pelo governo brasileiro. De acordo com o diretor-geral da produtora de jogos Ubisoft, Bertrand Chaverot, o setor sofre mais com a tributação que com a pirataria.

“A pirataria é um obstáculo, mas primeiro é preciso lutar contra os impostos. Com preços justos e jogos em português, é possível combater este problema”, disse ao Olhar Digital durante a Brasil Game Show. Segundo ele, a fabricação de jogos também se enquadra na carga superior a 60%.

Apesar disso, o mercado de games cresce vertiginosamente no Brasil e já é o quarto maior do mundo. Dados da consultoria Pricewatherhouse Coopers estimam que em 2016 o setor vai movimentar R$ 4 bilhões, muito em função do crescimento da classe média.

O aumento na demanda estimulou o Ibope a conduzir a pesquisa Games Pop, realizada para entender os hábitos dos gamers, divulgada no início de deste mês. O estudo descobriu que 31% das pessoas consultadas disseram preferir jogos de ação a futebol, que obteve a preferência de 23% dos participantes. O terceiro lugar do ranking foi ocupado pelos de corrida.

Outro dado relevante é que o brasileiro prefere os consoles como plataforma para games, utilizado por 67% dos entrevistados . Na sequência aparecem computadores e notebooks, usados por 42%.

O levantamento aponta também que os celulares e smartphones têm lugar cativo para os jogos, com 16% da preferência, o que coloca a plataforma à frente até mesmo dos consoles portáteis, usados apenas por 7% dos entrevistados.

Fonte: Olhar Digital

Windows 8: promessa de revolução no sistema operacional da Microsoft

A espera termina na próxima sexta-feira, 26 de outubro. A partir da meia-noite, lojas do mundo inteiro iniciarão as vendas do Windows 8, o novo sistema operacional da Microsoft e a tentativa da empresa de se posicionar em um mundo em que os PCs deixaram de ser o dispositivo mais usado para acessar a internet.

O lançamento do Windows 8 não é importante somente por ser a primeira vez em três anos que a Microsoft atualiza a plataforma mais usada nos computadores pelo mundo. Ele marca a entrada da companhia em um novo mercado e foi considerado pelo CEO Steve Ballmer como o lançamento mais importante da história da empresa. 

O Windows 8 representa uma das maiores revoluções dentro da família de sistemas operacionais da Microsoft. Isso porque uma nova interface foi desenvolvida para ele com foco em tablets e dispositivos com telas sensíveis ao toque. Em vez da tradicional área de trabalho com o seu papel de parede e uma barra de ferramentas na parte inferior, o usuário, ao abrir o W8, encontrará retângulos com diversas informações sendo atualizadas em tempo real - eles são chamados de "tiles" (ou azulejos).

Não significa, entretanto, que o modo clássico tenha sido completamente abandonado. É possível navegar pelo Windows 8 usando a área de trabalho tradicional presente no Windows 7, com algumas pequenas mudanças como, por exemplo, a retirada do botão "Iniciar". Mas essa interface não é a padrão e, segundo relatos de quem já teve acesso ao novo Windows, não será possível torná-la a principal: sempre que o usuário ligar a máquina será direcionado à nova forma de navegar na plataforma.



Ensinar é o caminho

O Windows 8 é diferente do Windows 7 e isso é fácil de perceber. O que pode não ser tão fácil é aprender a usar o sistema. Analistas acreditam que a mudança radical pode afastar usuários antigos que teriam medo de não conseguir usar o Windows 8.

A Microsoft, então, tem o desafio de reeducar os seus consumidores, acostumados há décadas com a forma de navegação do Windows que permanece pouco modificada desde o lançamento do Windows 95.

Relatos de quem já colocou as mãos na versão final do W8 indicam que, enquanto ele funciona muito bem em telas sensíveis ao toque, a experiência tradicional, com teclado e mouse, fica prejudicada na nova interface. Por outro lado, na interface clássica o uso de touchscreen não é dos melhores, enquanto o teclado e o mouse funcionam muito bem.

Assim, o objetivo da companhia é explicar para os usuários como é o melhor jeito de usar o sistema de acordo com a máquina usada - em um tablet, na interface nova, mas em um PC tradicional é melhor usar a clássica. Isso fez alguns veículos considerarem o Windows 8 como um sistema "esquizofrênico". 

Windows 8, Pro e RT

O sistema operacional será lançado em três versões diferentes, e é importante entender a diferença entre elas. Duas delas - o Windows 8 e o Windows 8 Pro - foram desenvolvidas para processadores x86, como os usados nos desktops e notebooks.

O Windows 8 e o Windows 8 Pro têm poucas diferenças entre si. A principal delas é que o Pro acompanha o Windows Media Center, enquanto o pacote básico acompanha apenas o Media Player. Tirando isso, os recursos são bastante parecidos e as duas interfaces estão nas duas versões.

A grande diferença está no Windows RT, desenvolvida para chips com arquitetura ARM. Como foi feito pensando em dispositivos mais modestos - como, por exemplo, tablets - o RT conta apenas com uma das interfaces - e é claro que é a ideal para usar com uma touchscreen. Ele terá suporte reduzido a softwares de antigas versões da plataforma da Microsoft, mas poderá rodar todos os apps desenvolvidos para a nova interface.

O RT é o sistema do modelo do Surface que sairá na semana que vem e deve ser o mais comum em tablets. Mas não será o único. O Surface Pro, por exemplo, rodará o Windows 8 Pro, e outras fabricantes também devem desenvolver máquinas que rodem o sistema.

O mercado

O Windows 7 foi um enorme sucesso e é o sistema operacional mais usado no mundo, seja dentro das casas ou no ambiente corporativo. A Microsoft domina o segmento há décadas. Mas, mesmo assim, o Windows 8 é visto como uma grande interrogação por parte do mercado, e, para muitos, é a chance da Microsoft se manter forte enquanto é ameaçada por concorrentes como Google e Apple.

Um dos fatores que fazem muitos duvidarem do Windows 8 é em relação ao panorama atual do mercado de PCs. A venda de computadores está em queda no mundo inteiro. Relatórios recentes de consultorias como IDC e Gartner apontaram para uma queda de mais de 8% na comercialização das máquinas durante o terceiro trimestre deste ano.

Por um lado isso pode significar que os consumidores estão esperando pelo lançamento do Windows 8 para atualizar as máquinas. No entanto, outro número mostra como o cenário pode ser preocupante para a Microsoft: o crescimento dos dispositivos móveis, principalmente os tablets.

Em abril, a Gartner projetou a venda de 118 milhões de tablets pelo mundo inteiro - praticamente o dobro dos 60 milhões vendidos em 2012. Neste mercado em expansão existe um líder isolado: o iPad, responsável por alavancar as vendas dos dispositivos e que atingiu 68% de market share em agosto.

Com o Windows 8, a Microsoft tenta frear o crescimento do iPad. O sistema também foi projetado para tablets e diversos aparelhos serão lançados com a plataforma. Um deles é da própria fabricante: o Surface, que chega às lojas no mesmo dia 26 de outubro por US$ 499. Confiante no sucesso, a Microsoft estima que entre 3 milhões e 5 milhões de unidades do tablet podem ser vendidas ainda em 2012.

Fonte: Olhar Digital
terça-feira, 16 de outubro de 2012

Atendente da Vivo orienta cliente a jogar celular na parede

Uma cliente da Vivo com problemas para acessar o 3G ouviu de um atendente que deveria jogar o aparelho na parede. A informação foi divulgada nesta terça-feira, 16, pela Folha de S.Paulo.

O caso ocorreu na semana passada e a cliente, que não quis seu nome revelado, disse que enfrentava problemas de conexão há dois meses. Diante da persistência, recorreu ao atendimento online.

Após troca de mensagens com um técnico da companhia, a sugestão para a correção do problema foi clara: "Pega o aparelho e arremesse contra a parede! Resolve na hora".

"Antes disso, os atendentes pediram para eu ligar para a empresa usando outro aparelho que não aquele que apresentasse problemas, mas eu só tenho esse telefone", afirmou a cliente à Folha.

A Vivo lamentou o ocorrido e disse que o comportamento do funcionário não condiz com a posição da operadora.

Leia a nota na íntegra: 

"A Telefônica|Vivo informa que o serviço 3G da cliente já está funcionando normalmente.

Em relação ao atendimento prestado, a empresa lamenta o ocorrido, esclarece que este comportamento não é condizente com a visão da companhia em relação ao respeito aos seus clientes e informa que tomou as medidas administrativas cabíveis para que casos desse tipo não se repitam.

A situação descrita pela reportagem é um episódio específico, já que a empresa mantém uma política de treinamento constante para seus representantes e, por isso, a Vivo possui o melhor desempenho de resultado no IDA (Índice de Desempenho do Atendimento, da Anatel) entre as operadoras móveis com atuação nacional, em 40 dos 41 meses acompanhados pelo órgão."

Fonte: Olhar Digital
quinta-feira, 19 de abril de 2012

Black Box Repack - 5000+ fans celebration giveaway

Vamos lá galera, valendo jogos com lançamentos próximos...

Black Box Giveaway
quarta-feira, 11 de abril de 2012

Video: Remember Times: Axelay Snes


YouTube passa a oferecer opção de cobrar para exibição de vídeos ao vivo

Em mais um esforço para aumentar a receita, oYouTube agora tem um recurso que pode exigir um pagamento antes da exibição de um video ao vivo, de acordo com um anuncio feito no blog do YouTube.

A ferramenta é voltada para parceiros do serviço de vídeo que quiserem oferecer serviços de pay-per-view pelo YouTube. A ideia é que usuários possam assistir, por exemplo, lutas pela internet, sem precisar de uma assinatura de TV a cabo ou satélite.

Ao escolher por cobrar para a exibição de um video ao vivo, será possível também escolher quais países poderão acessar a exibição e quanto custará para cada um deles.

Fonte: Olhar Digital

Arquivos do Megaupload serão mantidos em data centers até o fim do julgamento

A Carpathia Hosting, empresa que hospeda os arquivos do Megaupload, enviou um documento à Justiça dos Estados Unidos afirmando que vai manter os dados dos mais de 50 milhões de usuários do serviço de compartilhamento enquanto o processo está em andamento.

Em documento à Corte Federal de Virgínia (EUA), a companhia declarou que "não está em posição de decidir se vai destruir ou manter os dados do Megaupload sem a orientação da Justiça americana". Segundo o site Torrent Freak, "as alegações dos réus são suficientemente razoáveis ao afirmarem que sem uma ordem da Corte seria imprudente por parte da Carpathia reconfigurar os servidores".

O Megaupload pediu a preservação dos arquivos para preparar sua defesa para o julgamento, enquanto a EFF (Fundação Fronteira Eletrônica), que defende a liberdade de expressão para meios digitais, requisitou à Justiça do país a devolução dos dados aos usuários do serviço. No entanto, a companhia de hospedagem pede à corte que os custos para a manutenção dos arquivos sejam assumidos pelas partes que têm interesse em mantê-los. Desde janeiro havia rumores sobre a possibilidade da Carpathia Hosting deletar arquivos de usuários do Megaupload, uma vez que os fundos da empresa foram congelados pelas autoridades, impossibilitando o pagamento à companhia de hospedagem de servidores. O Torrent Freak diz que, até que o julgamento termine, os dados estão a salvo. Mas se a Justiça americana decidir no final do processo que os dados devem ser apagados, a Carpathia terá de cumprir a ordem.

Fechamento e investigações

Para acabar com a liberdade de expressão e a pirataria na internet, os EUA retiraram o Megaupload do ar em janeiro deste ano e funcionários da empresa foram presos, incluindo o fundador, Kim Dotcom. Na época, a acusação alegou que a companhia deve mais de US$ 500 milhões (cerca de R$ 880 milhões) em vendas perdidas para os detentores de direitos autorais de filmes, músicas e outros tipos de conteúdo.

Além de enviar arquivos, os usuários do Megaupload também pagaram mais de US$ 110 milhões para os fundadores via PayPal. O FBI e autoridades internacionais encontraram mais de 60 contas bancárias espalhadas pelo mundo e vários cadastros no PayPal em nome do serviço. Em nome dos fundadores do MegaUpload também existiam cerca de 30 carros e motocicletas, incluindo modelos da Mercedes-Benz com placas como GUILTY (culpado, em inglês), MAFIA, HACKER, GOOD (bom) e EVIL (mal).

Segundo arquivos do FBI, os próprios funcionários do Megaupload se aproveitavam do conteúdo enviado pelos usuários para baixar arquivos ilegalmente. E-mails trocados entre executivos do serviço mostraram discussões sobre cópias de diversos álbuns e episódios de séries baixados a partir de links colocados por membros do site. Em conversas, eles chegaram a afirmar que possuem "um negócio divertido... somos piratas dos tempos modernos."

Fundador milionário

Kim Schmitz, que fez 38 anos na prisão, foi detido na mansão onde morava com a mulher grávida e os três filhos em Coatesville, Nova Zelândia, em 19 de janeiro deste ano. Apesar de casado, o milionário era famoso por estar sempre rodeado de belas mulheres.

A casa onde ele foi preso está avaliada em US$ 30 milhões (cerca de R$ 52,7 milhões). Apesar de ter gasto cerca de R$ 5,7 milhões em uma reforma, a mansão não pertence a Dotcom: ele tentou comprá-la, mas não teve sucesso por causa de problemas na Justiça. Fez então um contrato de leasing com o proprietário. Os policiais confiscaram, além da casa, veículos e jet skis.

Em fevereiro, Dotcom declarou em um tribunal da Nova Zelândia que foi vítima de agressões e brutalidade policial. O empresário declarou que, ao ser levado sob custódia, teve o rosto chutado e socado pelos oficiais. As autoridades da Nova Zelândia informaram que não conseguiram abrir a porta da casa de Dotcom devido a mecanismos de segurança, o que os obrigaram a forçá-la para poder efetuar a prisão.

Informações revelam que o fundador do Megaupload não obedeceu às ordens da polícia porque teve medo de ser surpreendido e, possivelmente, levar um tiro. Além disso, foram encontrados na residência uma espingarda semi-automática, cartões de crédito e passaportes com nomes diferentes.

Em 22 de fevereiro, após completar cerca de um mês na prisão, Dotcom conseguiu liberdade condicional até o fim do julgamento. Ele está em uma mansão na cidade de Auckland e não poderá viajar mais do que 80 quilômetros enquanto aguarda a decisão sobre sua extradição para os Estados Unidos, onde é acusado de lavagem de dinheiro e pirataria. Ele também não poderá usar a internet durante o período e também não terá acesso às suas contas bancárias.

Fonte: Olhar Digital
domingo, 18 de setembro de 2011

"Hands on": experimentamos o Windows 8 Developers Preview

Na última terça-feira (13/09), a Microsoft disponibilizou para download a versão "Developer Preview" de seu Windows 8. Esta versão, ainda incompleta, promete rodar tanto em desktops, quanto laptops e tablets, e é otimizada até mesmo para telas touchscreen. De acordo com a empresa, telas a partir de 10 polegadas já podem tirar o melhor proveito do novo sistema operacional.

Você também já pode testar, mas é bom ter paciência: o pacote completo tem de 2.83 a 4.8GB (versão mais completa). Para fazer o download gratuito, é sóclicar aqui. Mas atenção: como a versão ainda é para testes, muitos bugs e instabilidades podem aparecer. Portanto, só instale em um PC de testes, ou que não seja aquele principal da sua casa.

Desempenho

Instalamos o Windows 8 em uma máquina equipada com processador Intel Celeron, com 2 GB de memória e HD de 250 GB. Com a configuração modesta, nossa ideia era tirar a prova: será que o sistema operacional realmente exige pouco do equipamento? A resposta é: sim, ele realmente é muito leve. As configurações mínimas, sugeridas pela Microsoft, são: processador de 1GHz, 1 GB de RAM e 16 GB de espaço em disco. A instalação também é muito rápida: levou exatos 27 minutos.

Mesmo na máquina modesta que utilizamos, o boot foi bem rápido: cerca de 30 segundos, mais uns 5 segundos até entrarmos com o login e senha (a Microsoft promete que PCs feitos sob medida para o Win8 poderão dar o boot em apenas 8 segundos!). Abrir aplicativos foi algo muito simples e leve, assim como a alternância entre eles. A ampulheta não foi mostrada em nenhum momento, e mesmo a mudança de um ambiente para o outro não apresentou travamentos. Tudo fluiu muito tranquilamente, sem grandes exigências do hardware.

Interface

A Microsoft propõe um salto gigantesco entre o visual da edição anterior (versão 7) para esta. Na verdade, ela parece querer reunir a mesma interface, tanto para o sistema operacional móvel quanto para o sistema operacional de desktops e laptops. O visual é idêntico ao do Windows Phone 7, chamado "Metro", que traz quadradinhos coloridos com diferentes informações. Eles podem ser atalhos para diferentes aplicativos, ou espaços para informações atualizadas em tempo real, uma vez que a ideia é que usuários estejam conectados à internet o tempo inteiro. A cada aplicativo instalado, um novo quadrado (ou "tile") é criado. Para abri-lo, basta um click, contra os 2 necessários até então para qualquer ação no Windows.

É possível reunir "tiles" e até mesmo dar nomes para esses grupos criados. Também existem 2 tamanhos de "tiles" - um mais quadradinho e outro um pouco maior, retangular. Basta clicar com o botão direito para que 3 opções apareçam na barra inferior: mudança de tamanho, desinstalar e tirar o "pin", ou o atalho, da home. A Microsoft promete que, nos builds futuros, será possível utilizar o movimento de pinça para zoom na tela e, assim, o usuário poderá visualizar todas as "tiles" de uma vez só, e rearranjar grupos da maneira que quiser.

Quando você está num programa específico, a única maneira de sair dele é levar o cursor para o canto esquerdo inferior, e clicar no botão Start. Ao apertar a tecla "Windows", você também é levado para a home. Um segundo detalhe é que a única maneira de saber quantos aplicativos estão abertos é usar as teclas Alt + Tab. Não há indicação, em lugar nenhum, de quantos aplicativos estão rodando ao mesmo tempo. E será que alguém conseguiu descobrir como fechar um software na nova versão do Windows? Não vale apelar para o Gerenciador de Tarefas! :) De acordo com a Microsoft, os apps rodando em segundo plano não consomem processamento e basta um click na "tile" correspondente para que o software volte a ser executado do ponto onde você o deixou da última vez.

O menu "Iniciar" deixou de existir. Em seu lugar, ao jogarmos o ponteiro do mouse para o canto inferior esquerdo da tela, aparecem 5 opções: o Start leva o usuário para a página inicial, com as "tiles"; o "Search" promove uma busca entre os apps/arquivos/settings do computador; o "Share" serve para compartilhar screenshots; o "Devices" ainda não mostrou muita utilidade, pelo menos para nós; e, por último, o "Settings", que traz as configurações de cada aplicativo aberto e em primeiro plano.

A princípio, nós nos perdemos um pouco no novo layout, uma vez que a mudança é gritante. Mas, poucos minutos de navegação são suficientes para começar a entender a nova lógica. No entanto, será que os usuários mais conservadores gostarão ou entenderão tanta mudança? Esta é uma resposta que só teremos após a adoção massiva do sistema operacional.

Outro detalhe: a possibilidade de utilizar janelas parece ter sido deixada de lado. Todos os aplicativos são executados em tela cheia e, para alternar entre eles, é necessário usar a combinação do teclado "Alt+Tab" ou manter o mouse no canto esquerdo da tela por alguns segundos até aparecer o app anterior. No entanto, há a possibilidade de exibir 2 telas lado a lado.

Para os mais conservadores

Para essa turma, a Microsoft optou por manter uma interface parecida com a atual. Ao clicar "Alt+Tab", é possível selecionar um espaço muito parecido com o ambiente que você já está acostumado. Assim, é possível passar por uma transição até ficar tranquilo com o novo ambiente, tão diferente. É claro que a duplicidade de ambientes também tem questões técnicas: softwares mais antigos só poderão rodar no ambiente antigo.

Navegação na Internet

O Internet Explorer apresenta um visual completamente diferente. A mudança mais perceptível tem a ver com a barra de endereços, que passa a ser exibida no rodapé da página. No entanto, se ele for executado a partir da interface-padrão, o browser vai assumir o mesmo visual de hoje. Talvez esta seja uma arma da Microsoft: manter 2 visualizações, a antiga e a atual, para que os usuários se acostumem aos poucos, e migrem para o ambiente mais recente à medida em que se sentirem seguros.

Aplicativos

O Windows 8 traz uma grande variedade de aplicativos, mas muitos deles nem merecem comentários. São demonstrações, que podem vir a ser algo importante no futuro. Mas há 11 jogos, um novo "Paint" para editar imagens, ferramentas para música. O Twitter e Facebook ganharam softwares nativos na versão 8, assim como um leitor de feeds RSS. Alarmes, previsão do tempo, Windows Store (ainda inativa, e que promete trazer tanto apps móveis como para desktop) são outras opções exibidas. Também podemos esperar pelos novos Media Center e Windows Media Player. Para ter acesso ao menu com configurações e comandos, basta apertar o botão direito em qualquer lugar da tela.

Ainda está prevista uma sincronização de PCs por meio de uma conta Live. É possível manter o mesmo background, tela, organização de "tiles", favoritos do IE, senhas e histórico em todos os seus computadores. Também é possível utilizar o SkyDrive para acessar outro PC remotamente.

Conclusão

Ainda é cedo para ter conclusões mais objetivas. De qualquer forma, as primeiras impressões foram positivas. A ideia da Microsoft - de trazer a experiência dos tablets e celulares para os desktops, com telas bem maiores - é bastante interessante. O problema é a diferença gritante entre esta e a versão anterior: será que os usuários, principalmente os menos envolvidos com a tecnologia, vão se acostumar? Acreditamos que esta seja uma questão de tempo, uma vez que tudo parece ter se tornado mais intuitivo.

Ainda não há informações concretas sobre data de lançamento, preço ou se a empresa oferecerá diferentes versões do sistema operacional. No entanto, é certeza que a Microsoft ainda tem muito chão pela frente até lançar a versão final. Por isso, podemos esperar por "upgrades", apesar da empresa já ter deixado clara a sua linha de raciocínio para a nova versão do sistema operacional.


Fonte: Olhar Digital

Começo do videogame no Brasil foi marcado por “pirataria legalizada”

Uma reserva de mercado para empresas de software permitiu que pequenas empresas do Brasil copiassem descaradamente os jogos e videogames de empresas estrangeiras. Apesar de desrespeitar a propriedade intelectual de fabricantes como Atari e Coleco, as cópias estavam dentro da lei brasileira.

Veja imagens dos primeiros videogames que chegaram no país

A saga do desenvolvimento dos primeiros videogames no Brasil, que viraram febre no começo dos anos 80, é o tema do livro 1983: O ano dos videogames no Brasil, lançado no início deste mês por Marcus Vinicius Garret Chiado, de 38 anos, também conhecido pelo nickname Garretimus.

Fruto de intensa pesquisa em jornais da época, 1983 traz a história do Atari e outros consoles que disputavam o mercado. O autor compara o fetiche da época pelos videogames com o atual iPad, capaz de provocar imensas filas a cada versão que é lançada.

Garretimus conversou com o R7 sobre esse e outros assuntos. Veja os principais trechos:

R7 - O que motivou o sr. a escrever esse livro?
Garretimus
 - A ausência desse tipo de material no mercado. Eu colecionei videogames e micros antigos de 1995 até o ano passado. Lá fora, os americanos e europeus levam a sério isso. E aqui no Brasil não tem material.

R7 - O país teve que apelar para o jeitinho brasileiro para lançar os primeiros videogames?
Marcus Vinicius Garret Chiado
 - Teve, né? A reserva de mercado criada pelos militares proibia que empresas estrangeiras entrassem no país para produzir qualquer coisa que tivesse microchip ou microprocessador. Não podia nem importar.

R7 - Isso atrasou o desenvolvimento dos videogames no Brasil?
Garretimus
 - Na verdade, a reserva apressou. Por causa da reserva, a gente teve vários clones de cartucho e videogames. De tudo quanto é marca. Um sujeito que não podia comprar um cartucho oficial da Polyvox de Atari, comprava um mais barato que os oficiais. Ajudou a popularizar o videogame.

R7 - O que essas empresas faziam era uma espécie de pirataria?
Garretimus
 - Sim, uma espécie de “pirataria legalizada”. Em 82 saiu uma normativa da SEI, a Secretaria Especial de Informática. Era proibido o envio de royalties referentes a software para empresas do exterior. Então o pessoal deitava e rolava. Nem se o cara quisesse pagar para a Activision, por exemplo, não podia, porque era contra a lei. Aí todo mundo queria fazer cartucho de Atari. Era tudo vendido legalmente nas lojas, com nota fiscal, garantia. Em termos de Brasil, não era pirataria.

R7 - O Brasil aprendeu com a reserva?
Garretimus
 - Não aprendeu a fazer. Só aprendeu a copiar na cara dura. Era tudo cópia. Hoje está aí, o Brasil não produz nada de videogames.

R7 Quando cai a reserva?
Garretimus
 - Com a entrada do presidente Collor. Por isso você acha hoje brinquedo da Mattel no shopping. Nos anos 80, era a Estrela que lançava os produtos da Mattel. Você acha produtos das marcas originais a vontade. Quando eu era criança [Garretimus tem 34 anos], não tinha essa variedade.

R7 - Como o Brasil recebeu o videogame? 
Garretimus - O país ficou apaixonado pelo videogame. Era uma coisa para toda a família. A mãe queria ter um Atari, todo mundo queria ter, era um símbolo da modernindade. Hoje é muito mais focado na figura do gamer, do nerd. No anos 80, o país ficou apaixonado pelo videogame.

R7 - Os novos videogames não enfocam esse sentimento família?
Garretimus
 - Ah, sim, aí vem a segunda parte, com o Wii, o Xbox e o Kinect parecem resgatar isso. Minha esposa e minha filha jogam. Elas não vão jogar um Call of Duty, esquece. Nesse aspecto, o videogame está voltando a juntar a família de novo.

Serviço1983: O ano dos videogames no Brasil pode ser encomendado pelo e-mail euquero1983@gmail.com. O livro custa R$ 45 já com a despesa de frete.


Fonte: r7.com
sábado, 17 de setembro de 2011

iPhone 5: site de operadora britânica divulga quatro modelos do equipamento

Um suposto iPhone 5 apareceu no site da operadora Vodafone, do Reino Unido, neste fim de semana. De acordo com o site Apple Insider, os aparelhos ficaram expostos por alguns minutos e, logo depois, foram tirados do ar.

O smartphone foi citado na página de um serviço de ampliação de sinal da operadora, o Vodafone Sure Signal. Nela, foram revelados quatro modelos do iPhone 5: de 16 GB e de 32 GB, ambos nas versões preta e branca.

Na última quinta-feira (8/9), o site DigiTimes divulgou uma notícia, na qual afirmava que fontes de mercado garantiram que a Foxconn - empresa taiwanesa que produz equipamentos para a Apple -, nos últimos dias, acelerou o processo de fabricação do novo smartphone e está, atualmente, produzindo 150 mil unidades diárias do iPhone 5.

De acordo com a notícia, o objetivo da Apple é entregar de 5 milhões a 6 milhões de iPhones 5 nas lojas, ainda em setembro. A fabricante ainda tem a meta de comercializar mais de 22 milhões de unidades do novo aparelho, no último trimestre deste ano.

Detalhes do iPhone 5 ainda não foram divulgados oficialmente pela Apple. Mas rumores apontam que a novidade deve ser lançada no mercado mundial em outubro.


Fonte: Olhar Digital
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

360desktop: aplicativo transforma sua área de trabalho em um ambiente panorâmico

Você já pensou em ter uma área de trabalho com espaço ilimitado? E em salvar qualquer parte da Web diretamente em seu desktop? Essas e outras são algumas das promessas de 360desktop, um aplicativo que, como o próprio nome indica, transforma sua área de trabalho em um ambiente altamente panorâmico, ou melhor, com grau de liberdade de 360 graus.Ao rodar o 360desktop, você terá um espaço panorâmico com widgets personalizados a seu dispor. Feche o programa e o Windows voltará ao normal. Você pode rolar ou arrastar seu cursor para girar a área de trabalho para todos os lados, através de uma seta que fica no canto superior direito de sua tela.Outra opção bastante prática é o ícone que fica na barra de tarefas do sistema, oferecendo um menu de contexto que permite a você personalizar opções diversas, como velocidade de rolagem, modo de foco do programa em aplicativos que utilizam múltiplas janelas e localização dos aplicativos e widgets atualmente ativos.É fácil instalar o programa e utilizá-lo, além de ser extremamente simples a instalação dos widgets. Tudo funciona muito bem, bastando que você clique no botão "Add a widget" na barra de navegação rápida. Escolha um widget digitando seu nome ou a URL correspondente, ou então insira um fragmento do código HTML para adquirir seu widget e instalar na área de trabalho.Uma barra de ferramentas especial (e em 360º) aparece próxima ao novo widget, permitindo a você arrastar e soltar o widget, fechá-lo ou adquirir informações ao clicar no botão "i".Baixe agora! 

Fonte: Olhar Digital
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Infinity Web da TIM prorrogada mais uma vez

Estava pesquisando na net pelo prazo de encerramento da promoção da TIM chamada de Infinity Web, onde o usuário de celulares TIM com o pacote de R$0.25 por ligação tem acesso a internet ilimitada em seu celular por apenas R$0.50 por dia, no dia em que for feita uma conexão. Achei então o regulamento da promoção onde vi que a operadora prorrogou mais uma vez a sua promoção.
Ela estava prevista para encerrar no dia 31 de Dezembro de 2010, mas foi prorrogada mais uma vez para o fim de Fevereiro de 2011. Mais exatamente dia 28.
Para a felicidade de todos os usuários desta promoção revolucionária (inclusive eu, rsrs...), teremos mais 2 meses de uso de internet de boa qualidade em nossos celulares.
Esta promoção foi tão revolucionaria no ano de 2010 que inspirou mais uma operadora de telefonia móvel, a Claro, a fazer promoção de um pacote pré-pago idêntico, mas com um valor um pouco menor em sua conexão diária, R$0.39 por dia em que o usuário realiza a conexão.
Espero que com atitudes como a da TIM venham a baratear e dar um pouco mais de qualidade nas conexões 3G no Brasil, pois ainda continua sendo a mais acessivél aos consumidores de renda mais baixa.
Para conferir o regulamento atualizado da promoção clique aqui.

Fonte: TIM Web
terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Abertura do forum

Foi aberto hoje o forum do Blog Infortal para discursão e troca de opiniões de seus usuários.
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Natal eletrônico: Descubra algumas dicas para escolher um bom celular

Mesmo antes de sair de casa, talvez a melhor pergunta que você possa fazer em frente ao espelho é: pra quê eu quero ou preciso de um novo aparelho celular?! "Um celular que tenha rapidez e agilidade para eu conseguir efetuar o que eu desejo na internet", diz Francis Magno, vendedor. Já para Aldo de Paula Jr., advogado, o que interessa é a conectividade. Como ele viaja muito o acesso à internet, email é essencial.
Esta resposta é a mais importante, pois vai direcionar sua busca. Você tem primeiro saber "para quê" vai usar o aparelho; qual a finalidade?! E é bem diferente, por exemplo, se você precisa de um celular apenas para falar ao telefone ou se quer um smartphone, conectado o tempo todo, com acesso a todas às redes sociais, máquina fotográfica, filmadora, GPS...
Os smartphones são mesmo os aparelhos mais procurados no momento. No Natal não deve ser diferente, ainda mais agora, com preços cada vez mais acessíveis. Mas lembre-se: de nada adianta você ter um celular que possa estar conectado à web 24 horas por dia, se você não tiver um plano de dados.
Então preste atenção, às vezes aquele super desconto no aparelho não é tão significativo quando você tem que gastar uma fortuna para usar os serviços online. O melhor a fazer é negociar e pesquisar o que as operadoras oferecem e ver o que realmente cabe no seu bolso.



Use a internet, pesquise sobre os diferentes tipos de aparelho antes de ir às compras. Isso com certeza vai deixar você menos perdido na hora da decisão final. Se você já souber o que procura, a visita à loja vai se limitar aos planos e preços oferecidos, fica muito mais fácil.
"Geralmente eu já venho sabendo o que eu quero. mas dou uma pesquisada no que ele oferece, valor, e como minha filha entende muita mias que eu de tecnologia, ela me ajuda", conta Maiana Nussbacher, artista plástica.
Hoje os telefones celulares oferecem inúmeras funções. Aí podemos voltar ao início: para quê você deseja tal aparelho?! Alguns têm câmeras de alta definição, outros têm rádio FM, loja de aplicativos, GPS. Lógico, tudo isso tem um preço. E, em tecnologia, nós sabemos, o novo hoje fica velho rapidinho amanhã. É difícil acompanhar, então pesquise, compare e analise antes de decidir.
"Eu acabei de comprar um celular, mas eu não sei mexer na metade das funções que ele tem. Então, quando eu venho comprar um celular eu quero que as pessoas me passem da forma mais simples como utilizar o celular", conta Mônica Franco, farmacêutica.
Pronto para as compras?! Antes de sair, dê uma olhada nessa matéria que explica as principais funções e benefícios de um smartphone. E para os que querem apenas falar, também detalhamos o que os celulares "comuns" oferecem.

Fonte: Olhar Digital

Aplicativo transforma seu Facebook em um jornal digital

A TigerLogic, empresa de dados e aplicativos, acaba de lançar um jornal em tempo real no Facebook. Chamado de PostPost, o jornal é uma espécie de agregador de notícias para a "geração social".
O aplicativo transforma o feed de notícias do Facebook, com links, fotos, vídeos e tudo o que os seus amigos compartilharam em um jornal digital. O legal é que ele tem o design de um jornal de verdade, porém, as notícias são somente sobre seus amigos.
Para entender melhor como ele funciona, dê uma olha no vídeo abaixo. E para começar a usá-lo, clique aqui.



Fonte: Olhar Digital

Saiba como ganhar um Cr-48, o novo notebook do Google

O Google anunciou nessa terça-feira (8) o Cr-48, o primeiro notebook a rodar o Chrome OS, sistema operacional baseado em computação em nuvem da empresa que deve concorrer com outros da categoria. O notebook só estará disponível para consumidores nas lojas em meados de 2011, mas é possível tentar conseguir seu exemplar participando do Programa Piloto lançado ontem pelo Google.

Há duas maneiras para conseguir um Cr-48: a primeira é entrar no site do programa e preencher todas as informações cadastrais para tentar uma vaga. A segunda, um pouco mais elaborada, é ir até o canal do Google Chrome no Youtube e postar um vídeo sobre porque você quer um notebook e como você o usaria.

O Google não deu muitos detalhes sobre as especificações técnicas do aparelho, mas ele possuirá um display de 12.1 polegadas, touchpad semelhante ao MacBook, Wi-Fi, chip 3G e capacidade de uso de 8 horas - ou 8 dias no stand by. O notebook também será diferente dos convencionais, já que não possui Caps Lock nem teclas de função (F1, F2, F3...).

O Projeto Piloto tem como finalidade testar o aparelho, que ainda está em produção, para os usuários encontrarem possíveis bugs e falhas no sistema. Pois é, ganhar um notebook desses também traz suas responsabilidades.
 

Usuários de celulares com sistema do Google abusam mais de serviços de dados

Usuários de smartphones que usam o sistema operacional Android, do Google, como o Galaxy S da Samsung, usam serviços de dados mais que outros smartphones, o que pode congestionar a capacidade de redes de serviço móvel.

A crescente popularidade dos smartphones com Android (fabricados por diversas marcas, como HTC e Samsung Electronics) surge no momento em que os aparelhos parecem substituir computadores como forma mais usada para navegar na internet.
Operadoras de telefonia móvel tentam lucrar com o aumento do uso desses aparelhos para atividades como acessar a internet, já que a telefonia tradicional já não dá mais tanto dinheiro, mas enfrentam o problema de redes cada vez mais congestionadas.
Com medo de perder clientes, poucas operadoras já admitiram publicamente sua dificuldade em acompanhar o rápido crescimento no tráfego de dados, mas a maioria delas vem tendo dificuldades.
Uma pesquisa feita pela Arieso, uma empresa de tecnologia de redes de telecomunicação, mostra que consumidores dos smartphones Android estão gerando um tráfego maior de dados, em grande parte devido às melhores funções de câmera dos aparelhos, além de software para editar vídeos.
O vice-presidente de tecnologia da Arieso, Michael Flanagan, diz que "quanto mais se pode fazer, mais se faz".

– O uso de smartphones está crescendo, assim como o apetite do assinante por dados móveis. É uma tendência que deve continuar.

Facebook investe fora dos EUA e "ganha o mundo" em 2010

Nick O'Neill desenvolveu sua própria rede social em 2005. Mas assistiu ao lançamento do Facebook e desistiu de seu projeto. E decidiu se juntar ao que ele previa que seria um gigante. O'Neill lançou, em 2007, o All Facebook, blog especializado na rede social.

Ao pensar em uma retrospectiva do Facebook em 2010, diz: "internacionalização". Segundo ele, o foco da empresa, hoje, é a expansão mundial, principalmente em lugares onde o site é bloqueado, como a China. Estratégias como o lançamento de um aplicativo que importa informações do Orkut são claras ações atrair usuários brasileiros - que são 8 milhões, contra os 28 milhões da rede do Google.
No Japão, as configurações de privacidade foram simplificadas e ganharam opções mais rígidas para seguir a legislação e o gosto local, diz O'Neill.
– Eles fazem campanhas publicitárias e travam parcerias comerciais nos países onde querem crescer, mas as pessoas migram para o Facebook porque ele é melhor.
Realmente, nunca se falou tanto em Facebook quanto em 2010. Pelo menos fora dos Estados Unidos. A incrível marca de 150 milhões de novos usuários em um ano se deve a adesão em países antes dominados por outras redes sociais, como a Índia, onde o Orkut reinava absoluto até agosto. Mas, em março, o Facebook abriu um escritório naquele país e em apenas cinco meses conseguiu fincar sua bandeira por lá.
Ainda segundo o blogueiro, outra área que merece atenção prioritária por parte do Facebook é a plataforma social que permite a criação de aplicativos e a integração de sites à rede social.
– O foco é mais nos desenvolvedores que nos consumidores finais, porque são os primeiros que criam as diferentes experiências sociais que atraem e mantêm os usuários na rede social. O Facebook não seria tão grande quanto é hoje se essa não fosse sua principal estratégia.
David Kirkpatrick, autor do livro O Efeito Facebook - que chega ao Brasil em janeiro pela editora Intrínseca - concorda e aponta dois grandes lançamentos como os pontos altos de 2010: a plataforma Open Graph, em abril, que distribuiu o botão "Curtir" pela web, e o novo sistema de mensagens que integra e-mail e SMS, em novembro.
A lógica é simples: o Facebook desenvolve os mecanismos de integração social e o resto da internet gera conteúdo. Fica por conta de desenvolvedores unir uma coisa a outra de formas criativas. Pronto, o Facebook torna-se uma central de comunicação online e fonte de conteúdos filtrados socialmente.
O'Neill aponta para um terceiro grande passo: a entrada da rede social no mundo da geolocalização com o serviço Places, que permite que os internautas divulguem sua localização, identifiquem pessoas próximas e acompanhem a agenda e os serviços disponíveis no local.
O blogueiro diz que, em pouco tempo, o acesso à internet via aparelhos móveis será o principal meio de conexão e a localização está ligada intimamente à navegação remota.
As discussões de privacidade e segurança também fizeram sucesso este nano, devido ao crescente acesso aos dados dos usuários que empresas e desenvolvedores ganham ao se valer das ferramentas sociais do Facebook.

Mas, tanto para o blogueiro quanto para Kirkpatrick, o maior desafio de Zuckerberg é manter a confiança de seus usuários. Ambos suspeitam que a privacidade vá ser um problema ainda maior no futuro por causa do novo sistema de mensagens e ao Places. E 2010 foi ou não o ano do Facebook? Kirkpatrick responde que tem medo de chamar qualquer ano de "o ano do Facebook", pois o seguinte pode ser ainda mais importante.

– De onde veio o botão "Curtir" vem muito mais. Especula-se que, quando o Facebook lançar suas ações na bolsa, a capitalização será tão alta que ele poderá ser a primeira empresa de R$ 1,7 trilhão (US$ 1 trilhão).

Fonte: R7.com
quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Google lança GPS e busca por voz para smartphones no Brasil



Nesta quinta-feira (28), em coletiva de imprensa, a Google anunciou o lançamento de dois novos aplicativos de interação com smartphones: a Pesquisa por Voz e a Navegação de Mapas por GPS. Ambos são gratuitos e estarão disponíveis no Android Market. O Brasil é o primeiro país da América Latina a contar com esses serviços.
"O número de pessoas conectadas à internet por smartphones aumenta continuamente no Brasil, acompanhando uma tendência mundial. Para o Google isso representa uma oportunidade enorme de introduzir soluções inovadoras para plataformas móveis que melhorem ainda mais a experiência do usuário. Nós queremos oferecer um modo ainda mais natural, fácil e rápido de encontrar o que eles procuram", afirma Alexandre Hohagen, diretor geral do Google para a América Latina.
O Google Pesquisa por voz funciona para o sistema operacional Android 2.1 em diante e também para iPhone. O usuário fala a palavra ou frase que quer buscar e o aplicativo converte essa voz em texto. Automaticamente ele apresenta a primeira página do Google com o termo de busca digitado. Com ele também é possível converter unidades - Reais para Dólares, ou quilômetros para milhas, por exemplo -, procurar notícias sobre um assunto específico ou ainda encontrar bares e restaurantes perto da localização atual do usuário.
A Pesquisa por Voz também é completamente integrada à Navegação em Mapas por GPS, agora disponível no Brasil. Porém, o aplicativo roda apenas em sistema Android 1.6 em diante. O programa utiliza o GPS do celular para calcular rotas, com instruções sonoras que cobrem passo-a-passo do começo até o fim do percurso desejado, indicando o caminho a seguir. O usuário fala o destino em seu smartphone e recebe a rota de viagem detalhada. Por usar como base o Google Maps, todas as informações recebidas no celular estarão sempre atualizadas, sem a necessidade de baixar periodicamente pacotes com atualização de mapas.

Quer saber quem está online no seu Twitter?




O objetivo do Twitter não é a comunicação entre usuários, mas uma comunicação geral, direcionada a todos os seguidores. No entanto, as Direct Messages, ou Mensagens Diretas, estão sendo cada vez mais utilizadas. O problema é que sem ter como ver quem está online, nem sempre as DMs são efetivas, já que as mensagens podem demorar para serem respondidas. 
Para quem achava que este era um recurso que faltava na rede social, já pode solucionar este problema acessando o ONTW. Este é um aplicativo criado pela Zuugy - empresa especializada em soluções para redes sociais – em parceria com o programador Igor Senna, que revela quais pessoas da sua lista estão online naquele exato momento.
O aplicativo é bem simples de usar. Basta acessar o site, fazer seu login e em segundos uma lista com os followings que estão logados no Twitter vai aparecer para você. Se ficou interessado, clique aqui e comece a usar o recurso.




Fonte: Olhar Digital
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